segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Ah
sábado, 13 de setembro de 2008
O amor que a gente costuma perder...
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Evoluindo na pré historia
Ah! Se você não gosta de utopias sinto muito desista de ler...
Sabe a era pré histórica, eu ainda acho que a era pré histórica em que o homem era bárbaro e tal ainda vai ser devida em duas partes. O homem pré histórico esse que a gente conhece e o homem pré histórico o de hoje que vive agora. Porque acho que estamos tão no começo da evolução, isso é, se a gente não se atropelar nela. Porque a maior ameaça da humanidade é o próprio homem, e exatamente por ele consistir em ser uma tenho essa opinião de que se evoluírem vão classificar o homem de hoje como pré histórico. Afinal o potencial humano é tão pouco explorado, chega a ser um crime, você vai se encaminha para uma profissão, um inconsciente coletivo se preocupa principalmente com esse símbolo do dinheiro, sem nem saber a maldição que ele representa. E não se preocupam com o potencial humano em si. Às vezes tipo alguém poderia fazer teatro, mas ao mesmo tempo ser um empresário genial, sabe coisas assim que poucas pessoas mesmo conseguem ser, mas não só isso. Acho que quando o homem tomar consciência do poder que ele tem e as pessoas derem valor na qualidade humana. O mundo ira passar por uma revolução tão violenta que ele todo terá que ser reinventado e não faltara fôlego pra isso. E tanto potencial desperdiçado, tanto talento que atrofia tantas pessoas que buscam o sonho errado. A falta de humanidade e tanta que sinto que a humanidade ainda está engatinhando, e quem sabe se ela não se acidentar sozinha, ela pode um dia chegar a andar, quem sabe correr quem sabe voar....
Ofensa dos genes
Se você se sente o máximo, sim você! Não quando acorda, porque ninguém se sente o máximo quando acorda. Mas logo depois de ter feito uma coisa supostamente boa ou que altamente desejava, chega à frente do espelho e pensa: Nossa como eu sou demais... Sim no presente momento que você pensa isso do mais profundo da sua mínima célula, o lugar que você mais despreza ri ironicamente de você e pensa: Você o máximo? Será que você não se enxerga? Você pensa que é o centro do universo, que é o máximo que pode ser... Coitado de você. Você é só uma embalagem pra transportar o verdadeiro sentido, ou seja, eu, os genes! Porque só na sua eterna ignorância acha que vai viver pra sempre, que tudo vai ser pra sempre. Só através da sua ignorância, ela que você tanto repudia, que você consegue ser feliz, porque entraria em desespero sempre que conhecesse alguém que ama e soubesse exatamente o tempo preciso que vai passar com essa pessoa. Sim porque é o máximo que você vai fazer é passar determinado tempo com uma pessoa, tempo o qual vai enjoar de desejar pra sempre. Se soubesse tipo que teria dois meses, alguns anos, alguns dias com a pessoa às vezes daria muito mais valor. Entenderia quando ou o quanto está próximo os precisos momentos antes da amizade ou do afeto ou do amor acabar. E não é? O que aconteceu com o seu ego? Aonde está o bonitão dono do universo? Calma que eu ainda não terminei minha cara embalagem descartável porque nem o elogio roupagem lhe cabe.
Falta falar do sentimento mais nobre que você sustenta e diz ser o sentido de tudo na sua vida e tudo mais, sim ele mesmo o amor. Você acha que realmente amaria uma pessoa se não fosse estimulado pra isso? Nós os genes que camuflamos tudo, manipulamos você como um manequim da seguinte forma: você vai gostar extremamente de tal pessoa e acabou, e se não conseguir vai sofrer muito pra deixar de ser burro. Porque na verdade você não ama ninguém, mas gostamos dos genes de tal ou tal pessoa e queremos e se queremos, portanto você quer. Agora você vem com essa desilusão que nada é pra sempre! Errado também porque se existe alguma coisa, esse algo não surgiu do nada e sim sempre existiu.
E agora que você sabe que e não tão insignificante, mas muito mais insignificante que a menor parte do seu corpo, talvez algo no seu interior pare de se estufar para todos os lados...
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Karinolesia
Vou confessar que me sinto fraco, consigo assumir posições mais tranqüilas, são poucas coisas das quais tenho medo, mas ela mexe comigo de uma forma que me sinto frágil. Não esperava conhecer assim alguém de súbito, alguém que de repente fizesse uma parte de mim se parecer completa e fazer com que todo o resto seja incapaz de negar o romantismo. Onde você esteve esse tempo todo? Porque não apareceu antes? Porque me faz sentir como se eu não quisesse mais o futuro e sim só o presente, pois enquanto você estiver presente eu nunca deixarei de ser eternamente feliz. Porque quando eu olho pra você eu tenho vontade de dizer eu te amo e nada é tão doce quanto isso. Porque essa vontade de querer compor músicas de te levar flores de fazer promessas de amor eterno? E o medo se tornou ver você triste... Eu queria que a vida toda fosse somente um pôr do sol depois de um dia de tanto gosto, porque com você todas as preocupações desaparecem. Você ofusca tudo, me deixa em febre, ferve desde meu coração ao arrepio da pele. E todo o sentido da vida eu encontrarei em você, nos meus braços e nada mais dela vou querer além de sentir sua respiração junto a minha, o seu rosto junto ao meu o seu corpo me aquecendo. Romeu caro Romeu sorte da tua Julieta que você não conheceu Karina. Ela sopra vida nos meus olhos, ela me completa e é tudo que eu sempre quis sem saber que queria. Porque sua presença me enche de sonhos e a vida é tão doce, que quero viver cada segundo, pra mim nada mais importa. Quero sair com você pelas tardes ensolaradas, te mostra o melhor momento do por do sol, ser seu encosto quando tiver cansada. Fazer do meu coração seu travesseiro pra poder te consolar. Você é minha sede, a única sede que incendeia, que arde. Porque quando você me ouve eu não quero saber nem de céu, nem de paraíso, se existe algo melhor não quero conhecer. Como eu agradeço toda essa felicidade? Eu só sei que quero te dar tudo em dobro. Porque agora que te conheci sei tudo o que é felicidade. E eu te amo tem um sentido que as pessoas não são capazes de conhecer, pois é tão eterno que não consigo entender onde ele começa onde ele termina, mas sei que está totalmente relacionado a você. Em cada eu te amo, meu coração pulsa de alivio porque se eu não disser sinto que ele vai explodir. Por isso não posso me conter e não existe outro modo há não ser amar você. Dentro de mim esse amor ecoou vindo do infinito.
domingo, 24 de agosto de 2008
Anatomia do amor, essa forma tão sutil...
Faz tempo que eu não escrevo nada, esse ‘jejum’ não é por falta de vontade. Eu sempre tenho a mania de falar demais, muitas vezes sem muito conteúdo interessante pra quem possa ler e exatamente por isso não tenho escrito nada. Tenho pensado demais em varias coisas, muitos eu tenho vontade de colocar aqui, mas eu estou com um problema sobre o que penso ultimamente tenho achado tudo obvio, leigo, ignorante. Ate por isso peguei uma pilha de livros pra ler. Acho que estou precisando para libertar minha língua eu tenho me estranhado muito.
O que me levou a escrever hoje foi sobre a poesia, tenho estado tão envolvido nela. E o que me levou a pensar em escrever algo sobre ela e que muitas pessoas se apegam mais a filosofia a ciência precisa do que a ela. Bem acho tudo valido, entendo que alguém não possa gostar, mas defendendo a poesia não conheço outra forma de se expressar que seja tão dinâmica. A poesia ela é acima de tudo demonstrar o que se sente, mas ela faz isso de varias formas, exige uma inteligência de analise uma inteligência de auto conhecimento que eu acho a poesia incrível, o poder com que ela comove enfim. A minha poesia é nostalgia, e sentimento a flor da pela, e arrepio, e forma de reconhecer coisas que sentia e não sabia definir.
Engraçado eu não sei por que estou tão sentimental... Acho que a culpa é da Karina e ainda nem escrevi nada pra ela. E me sinto tão estranho, essa forma tão sutil...